O Desenhista de Vestuário da trilogia O Senhor dos Anéis, Richard Taylor, dividiu os 120 técnicos em seis departamentos: um deveria elaborar o visual das criaturas no computador; outro faria os movimentos das criaturas ganharem vida; um terceiro criaria maquiagens e próteses de borracha; o quarto forjaria armaduras e armas; o quinto trabalharia com miniaturas; e o último seria responsável pelos cenários em maquetes.
O primeiro filme contém 570 efeitos digitais, do elaborado e sobrenatural ambiente tridimensional até as fantásticas criaturas, gigantescos exércitos de soldados e camponeses e os fotorealísticos dublês dos nove principais atores do filme.
Um dos grandes desafios que os produtores dos filmes e os especialistas em efeitos digitais enfrentaram, foram a construção do Troll da caverna ( imagem abaixo ) era importante que ele parecesse e movesse com realidade e ainda anima-lo.
Para conseguir todo o efeito que era esperado os diretores utilizaram do software 3D Maya, devido este software atender as necessidades das imagens que seriam utilizadas no filme. O Maya obtem a capacidade de criar scripts em Mel ( linguagem de programação do Maya ) e poder modificar a interface do programa ( API - Aplication Program Interface ).
Outro desafio que toda a produção enfrentou foi a criação dos dubles digitais da Sociedade que são vistos em diversas cenas, muitas das vezes bem proximos da câmera passando despercebidos por nós.
Para criar os dubles digitais, a equipe digitalizou um homem genérico e usou as ferramentas de deformação para criar modelos de corpos com varias formas. Foram digitalizadas as faces dos atores reais, com diferente expressões facias.
Após os modelos estarem prontos foram então enviados para os animadores, que deram vida aos corpos no Maya e usaram a função Blend Shape para animar as faces, combinando uma forma de face com a outra. ( imagem abaixo mostra dubles digitais )
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
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sábado, 3 de outubro de 2009
As principais discussões sobre o cinema na era do computador focalizam a possibilidade da narrativa interativa. Como a maioria do teóricos igualam cinema e narrativa (segundo Christian Metz, a característica comum de todos os filmes é a narrativa), a nova mídia possibilita a idéia excitante de um telespectador participante na história, escolhendo diferentes caminhos através do espaço da narrativa e interagindo com personagens.
No entanto, as mudanças causadas no cinema pelo computador vão muito além da questão da narrativa, pois o computador redefine a identidade do cinema. A partir da entrada do espaço virtual de terceira dimensão, as imagens perspectivas planas, projetadas numa tela, são apenas uma opção. Tendo suficiente tempo e dinheiro, quase tudo pode ser simulado em um computador. A realidade física da filmagem é apenas uma possibilidade.
A "crise" da identidade do cinema também afeta os termos e as categorias usadas para teorizar o cinema do passado. No século XX, a identificação de um filme ficcional era de um super gênero, cuja característica principal era o filme de ação real, que consiste em gravações fotográficas não modificadas de eventos reais que ocorreram em um espaço físico real.
Durante a história do cinema, este foi tido como a arte de indiciar. O diretor Andrey Tarkovsky caracterizava a identidade do cinema como a habilidade de registrar a realidade. Como a principal característica do cinema era registrar o que acontecia na frente da lente, o cinema abstrato para este teórico é uma impossibilidade. O que aconteceu então, com a identidade indexical do cinema, se agora é possível gerar cenas fotos realísticas inteiramente manipuladas? Uma cena pode ser feita usando a computação gráfica 3D, modificando cada frame individualmente ou toda a cena com a ajuda de um programa digital de pintura. Cortar, curvar, dobrar e costurar imagens de filmes digitalizados são procedimentos comuns, com fotografia de perfeita credibilidade, embora isso nunca tenha sido filmado.
O significado dessas mudanças no processo de filmagem deve ser observado através de uma exposição da história da imagem móvel. A construção manual das imagens no cinema digital representa um retorno às práticas da pró-cinemática, realizadas no século XIX, quando as imagens eram pintadas à mão e animadas a mão.
Durante o século XX, o cinema relegou essas técnicas manuais para a animação e se proclamou uma mídia de registro. Com a entrada da era digital, essas técnicas estão novamente se tornando comuns no processo de filmagem. Conseqüentemente, o cinema não mais pode ser diferenciado claramente da animação. Este, agora, não é mais uma tecnologia de registro, mas um subgênero de pintura.
Fonte: fafich.ufmg.br/~novamidia/cinema_digitalhistoria.htm
fonte: youtube.com
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O Retorno do Rei é o título do terceiro volume da trilogia O Senhor dos Anéis. Nele estão narrados os últimos feitos de Frodo Bolseiro como portador do anel e o destino de toda a Sociedade do Anel. J.R.R.Tolkien, autor dos livros, deixou neste volume uma série de apêndices enriquecedores que ajudam a compreender melhor seus livros.
Frodo e Sam continuam sua periogosa jornada rumo a montanha da perdição. Desde a separação da Sociedade do Anel Frodo e Sam são guiados por Gollum, capturado em Emyn Muil. Depois de atravessarem as Emyn Muil, osPantânos Mortos, finalmente chegaram no Portão Negro. Depois que Gollum impediu a entrada dos dois amigos, partiram para Ithilien.
Fonte: wikipedia
Postado por Cinema Digital às 15:19 1 comentários

